Antes de existir o Gestton, existia uma inquietação.
Karine e Marina nunca foram o tipo de consultoras que apenas “entregavam auditorias”. Para elas, não fazia sentido olhar somente para checklists de segurança de alimentos e encerrar o trabalho ali. Sempre existiu algo a mais.
Elas queriam entender a operação.
Queriam enxergar padrões.
Queriam transformar dados em decisões.
Na prática, isso significava ir além — muito além.
Enquanto o mercado entregava relatórios, elas entregavam gestão e indicadores.
Mas havia um problema.
À medida que a Firmare crescia e passava a atender mais de 600 operações de franquias por mês, a complexidade aumentava na mesma proporção. Os dados vinham de todos os lados. Planilhas, relatórios, informações de campo.
Dentro da empresa, a cena era clara:
Uma sala com cerca de 10 consultoras, mergulhadas em Excel, cruzando dados manualmente, analisando marca por marca, grupo por grupo, franqueado por franqueado, cidade por cidade.
Era um trabalho intenso. Minucioso. Cansativo.
E, ainda assim, insuficiente para o nível de excelência que Karine e Marina queriam entregar.
Porque elas sabiam:
Não bastava analisar — era preciso responder rápido.
Não bastava ter dados — era preciso ter clareza.
Foi dessa tensão — entre o que era feito e o que poderia ser — que o Gestton nasceu.
Não foi uma ideia. Foi uma necessidade.
O Gestton não surgiu em uma reunião estratégica ou em um plano teórico.
Ele nasceu no dia a dia, no desconforto, na operação real.
Nasceu da vontade de parar de perder tempo compilando dados e começar a gerar inteligência.
Nasceu da necessidade de garantir que todas as consultoras, em qualquer lugar, atuassem com o mesmo padrão, a mesma visão e a mesma qualidade.
Cada regra criada dentro do Gestton tem um motivo.
Cada fluxo estruturado tem uma história.
Cada funcionalidade resolve um problema que já foi vivido na prática.
Crescimento com consistência
Foi essa transformação que permitiu algo maior.
A Firmare deixou de ser limitada por processos manuais e passou a crescer com estrutura.
Hoje, são mais de 90 consultoras espalhadas pelo Brasil e pela América Latina, atuando em diferentes cidades, realidades e operações — mas todas seguindo o mesmo padrão.
O Gestton garantiu algo essencial para essa expansão:
padronização e confiança na informação.
Independentemente de onde a operação esteja, a marca recebe dados consistentes, análises confiáveis e direcionamentos claros.
O resultado de quem viveu a dor
Hoje, o que antes exigia horas de trabalho manual acontece de forma organizada, padronizada e rápida.
As consultoras deixaram de ser operacionais para se tornarem ainda mais estratégicas.
As análises ganharam consistência.
As respostas ficaram mais ágeis.
E os clientes passaram a receber exatamente o que Karine e Marina sempre acreditaram:
Mais do que auditoria. Gestão de verdade.
O Gestton é isso.
Uma solução construída por quem nunca aceitou fazer o básico — e decidiu transformar a forma de trabalhar.
